Em síntese, o costume do buquê da noiva no casamento começou na Grécia antiga, que naquela época eram constituídos por ramos de ervas e alho para atrair bons fluidos e afastar o mau-olhado.
No período da Idade Média as noivas faziam o trajeto a pé para a igreja, no qual recebiam flores, ervas e temperos para lhe trazerem sorte e felicidade. Isso formava, no final do trajeto, a noiva formava o seu buquê de casamento. Foi na Europa que os arranjos tornaram-se mais sofisticados, com flores exóticas.
Todavia, no século XIX era impróprio declarar abertamente seus sentimentos, criou-se então a “Linguagem das Flores” para demonstrar suas intenções sem falar uma palavra sequer. Os buquês passaram a ser escolhidos pelo significado das flores. Na antiga Polônia, acreditava-se que, colocando açúcar no buquê da noiva, seu temperamento se manteria “doce” ao longo do casamento.
Primordialmente as noivas confeccionavam dois arranjos para o casamento. Dessa forma, um era abençoado por um sacerdote e preservado numa redoma de vidro que era exposto na sala de casa ou no quarto. Enquanto o outro era arremessado para as mulheres solteiras da festa, ritual que é realizado até hoje nas cerimônias.
Contudo, ao passar do tempo os ramos de noivas foram substituídos de ervas por flores e ao final da cerimônia a noiva joga o Buquê. Nesse momento o buquê da noiva é disputado entre as solteiras presentes na cerimônia. A explicação por essa disputa dá-se as diversas crenças de que aquela que pegar o item terá uma vida próspera ou será a próxima a se casar.